A mensagem de Jeremias
"Devemos demonstrar que realmente cremos em Deus ou devemos tirar a máscara."
A vida do profeta Jeremias não foi fácil. Tampouco foi a sua mensagem. Sua primeira responsabilidade foi uma mensagem de juízo para a igreja que tinha apostatado e a sociedade em seu tempo que também tinham apartado da revelação divina.
Jeremias analisa em seu livro os vários caminhos que a sociedade em seu tempo andou para apartar-se de Deus: a ineficácia da religião meramente externa, a apostasia geral da igreja, alguns pecados específicos e a tendência em procurar significado e segurança aparte e independentemente do Deus que está conosco.
Jeremias assinala que embora houvesse muita religião externa, isto não era o que Deus desejava. O mesmo ocorre em nossa geração. O fato de que haja muita religião não diz nada a Deus, conseqüentemente não impede a manifestação do juízo divino sobre o mundo.
Mas, através de Jeremias, Deus diz algo mais. Fala concretamente contra a apostasia. Eis aqui o sinal da nossa geração, a característica que demonstra mais claramente como a igreja hoje permitiu a infiltração do relativismo do conceito de síntese da filosofia de Hegel: dos anos trinta, cada vez mais, a Igreja deixou de usar o vocábulo "apostasia".
Agora, se a igreja não falar em termos enérgicos tanto contra a apostasia como contra outros pecados do nosso tempo, é porque não queremos estar preparados para qualquer movimento renovador que nos tire do marasmo em que vive a geração atual.
A igreja que sustenta ter a verdade em uma geração de relativismo, a igreja que afirma que Deus está nela, mas admite uma nova teologia que converte a religião em simples psicologia, esta igreja deve demonstrar que realmente crê em Deus ou deve tirar a máscara.
Por Francis A. Shaeffer
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
sábado, 6 de dezembro de 2008
Vivendo A Vida Que Agrada A Deus
Resultados na Vida Prática Diária
Os resultados de uma vida escondida com Cristo na vida prática diária devem ser muito bem marcados, e as pessoas que tiveram o prazer de participar dessa vida devem ser verdadeiramente um povo peculiar e zeloso de boas obras.
Meu filho, que está agora com Deus, escreveu uma vez para um amigo algo neste sentido: que temos necessidade de ser testemunhas de Deus, porque o mundo não irá ler a Bíblia, mas lerá nossas vidas, e que o crédito que se dará na natureza divina da religião que possuímos dependerá em grande medida do testemunho que dermos.
O padrão de santidade prática ultimamente está tão baixo entre os cristãos que até o menor grau de verdadeira dedicação prática é visto com surpresa, e até mesmo com reprovação, por grande parte da Igreja. E, na maior parte, os seguidores do Senhor Jesus Cristo ficam satisfeitos com uma vida tão conformada ao mundo, e tão semelhante em quase todos os aspectos, que um observador casual não conseguiria encontrar nenhuma diferença entre eles e as pessoas do mundo.
Mas nós que ouvimos o chamado de nosso Deus para uma vida de inteira consagração e perfeita confiança devemos agir de modo diferente. Devemos sair do mundo e nos separar dele; e não devemos nos conformar a ele, nem em nosso caráter nem em nossa vida.
Devemos colocar nossas atenções nas coisas celestiais, não nas terrenas, e procurar primeiro o reino de Deus e Sua justiça, renunciando a tudo que possa interferir nisso. Devemos andar no mundo como Cristo andou. Devemos ter a mente que Ele teve.
Como peregrinos e estrangeiros, devemos nos abster das concupiscências da carne que militam contra o espírito. Como bons soldados de Jesus Cristo, devemos nos desembaraçar interiormente dos assuntos desta vida, para podermos agradar Àquele que nos escolheu para ser soldados.
Devemos evitar toda a aparência do mal. Devemos ser bondosos uns com os outros, compassivos, nos perdoando uns aos outros, da mesma forma como Deus, por amor a Cristo, nos perdoou. Não devemos nos ressentir das injúrias ou insensibilidades, mas devemos pagar o mal com o bem, e virar a outra face para a mão que nos fere. Devemos sempre procurar o lugar mais humilde entre nossos semelhantes e procurar não a nossa própria honra, mas antes a dos outros.
Devemos ser mansos, pacíficos e submissos, não lutando por nossos próprios direitos, mas pelo direito dos outros. Devemos fazer tudo, não pela nossa própria glória, mas para a glória de Deus. E, para resumir tudo, como Aquele que nos chamou é santo, assim devemos ser santos em todo aspecto da nossa vida, porque está escrito: "Sede santos, porque Eu sou santo."
Alguns cristãos parecem pensar que satisfazem todos os requisitos para uma vida santa quando fazem muitas obras cristãs com sucesso, e como fazem muito trabalho para o Senhor em público, sentem liberdade para serem rabugentos, mal humorados e sem santificação em suas vidas particulares.
Mas este não é o tipo de vida cristã que estou descrevendo. Se vamos andar como Cristo andou, devemos fazê-lo tanto em público quanto em particular, em casa ou fora dela, toda hora, durante todo o dia, e não só em períodos determinados ou em certas ocasiões fixas. O nosso comportamento deve ser tão cristão para nossos empregados quanto é para nosso pastor, e tão "bondoso" em nosso escritório de contabilidade como em nosssas reuniões de oração.
É na vida cotidiana que melhor se pode mostrar uma vida santificada na prática, e bem podemos questionar quaisquer "confissões" que falharem neste teste.
Cristãos rabugentos, ansiosos, desanimados, melancólicos, incrédulos, reclamadores, exigentes, egoístas, cruéis, de coração duro, de espírito amargurado, todos esses podem ser muito sinceros em seu trabalho e podem ter lugares de destaque na igreja, mas não são cristãos que parecem com Jesus, e não sabem nada a respeito das verdades às quais me refiro, não importa o quanto falem ou afirmem verbalmente.
Por Hannah Whitall Smith
Resultados na Vida Prática Diária
Os resultados de uma vida escondida com Cristo na vida prática diária devem ser muito bem marcados, e as pessoas que tiveram o prazer de participar dessa vida devem ser verdadeiramente um povo peculiar e zeloso de boas obras.
Meu filho, que está agora com Deus, escreveu uma vez para um amigo algo neste sentido: que temos necessidade de ser testemunhas de Deus, porque o mundo não irá ler a Bíblia, mas lerá nossas vidas, e que o crédito que se dará na natureza divina da religião que possuímos dependerá em grande medida do testemunho que dermos.
O padrão de santidade prática ultimamente está tão baixo entre os cristãos que até o menor grau de verdadeira dedicação prática é visto com surpresa, e até mesmo com reprovação, por grande parte da Igreja. E, na maior parte, os seguidores do Senhor Jesus Cristo ficam satisfeitos com uma vida tão conformada ao mundo, e tão semelhante em quase todos os aspectos, que um observador casual não conseguiria encontrar nenhuma diferença entre eles e as pessoas do mundo.
Mas nós que ouvimos o chamado de nosso Deus para uma vida de inteira consagração e perfeita confiança devemos agir de modo diferente. Devemos sair do mundo e nos separar dele; e não devemos nos conformar a ele, nem em nosso caráter nem em nossa vida.
Devemos colocar nossas atenções nas coisas celestiais, não nas terrenas, e procurar primeiro o reino de Deus e Sua justiça, renunciando a tudo que possa interferir nisso. Devemos andar no mundo como Cristo andou. Devemos ter a mente que Ele teve.
Como peregrinos e estrangeiros, devemos nos abster das concupiscências da carne que militam contra o espírito. Como bons soldados de Jesus Cristo, devemos nos desembaraçar interiormente dos assuntos desta vida, para podermos agradar Àquele que nos escolheu para ser soldados.
Devemos evitar toda a aparência do mal. Devemos ser bondosos uns com os outros, compassivos, nos perdoando uns aos outros, da mesma forma como Deus, por amor a Cristo, nos perdoou. Não devemos nos ressentir das injúrias ou insensibilidades, mas devemos pagar o mal com o bem, e virar a outra face para a mão que nos fere. Devemos sempre procurar o lugar mais humilde entre nossos semelhantes e procurar não a nossa própria honra, mas antes a dos outros.
Devemos ser mansos, pacíficos e submissos, não lutando por nossos próprios direitos, mas pelo direito dos outros. Devemos fazer tudo, não pela nossa própria glória, mas para a glória de Deus. E, para resumir tudo, como Aquele que nos chamou é santo, assim devemos ser santos em todo aspecto da nossa vida, porque está escrito: "Sede santos, porque Eu sou santo."
Alguns cristãos parecem pensar que satisfazem todos os requisitos para uma vida santa quando fazem muitas obras cristãs com sucesso, e como fazem muito trabalho para o Senhor em público, sentem liberdade para serem rabugentos, mal humorados e sem santificação em suas vidas particulares.
Mas este não é o tipo de vida cristã que estou descrevendo. Se vamos andar como Cristo andou, devemos fazê-lo tanto em público quanto em particular, em casa ou fora dela, toda hora, durante todo o dia, e não só em períodos determinados ou em certas ocasiões fixas. O nosso comportamento deve ser tão cristão para nossos empregados quanto é para nosso pastor, e tão "bondoso" em nosso escritório de contabilidade como em nosssas reuniões de oração.
É na vida cotidiana que melhor se pode mostrar uma vida santificada na prática, e bem podemos questionar quaisquer "confissões" que falharem neste teste.
Cristãos rabugentos, ansiosos, desanimados, melancólicos, incrédulos, reclamadores, exigentes, egoístas, cruéis, de coração duro, de espírito amargurado, todos esses podem ser muito sinceros em seu trabalho e podem ter lugares de destaque na igreja, mas não são cristãos que parecem com Jesus, e não sabem nada a respeito das verdades às quais me refiro, não importa o quanto falem ou afirmem verbalmente.
Por Hannah Whitall Smith
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Arrependimento e Santidade
"Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei. Sabeis também que ele se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado. Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu. Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão". (1Jo.3.4-10)
Devemos entender que o pecado veio para nos separar de Deus...
Havia um abismo entre o homem e Deus, mas Jesus, através da cruz fez a ligação que nos dá uma nova vida: pecador + Jesus = Vida eterna
Não há intimidade ou vida com o Espírito Santo quando há pecados não confessados, encobertos, justificados.... A intimidade vem com a santidade , pois a bíblia diz em Hebreus 12:14:
"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor"
Sem santidade não tem como vermos a Deus, e se não vemos a Deus é porque estamos cegos e o pecado vem para cegar o homem...
Devemos saber que quando pecamos, a chave para nos ligar novamente ao Pai é o arrependimento, a busca.... que resultará na CURA d'alma!
Busque o arrependimento e a intimidade com Deus, pois não há coisa melhor do que viver com Ele!
Rafael B.
Ministério P&F
"Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei. Sabeis também que ele se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado. Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu. Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão". (1Jo.3.4-10)
Devemos entender que o pecado veio para nos separar de Deus...
Havia um abismo entre o homem e Deus, mas Jesus, através da cruz fez a ligação que nos dá uma nova vida: pecador + Jesus = Vida eterna
Não há intimidade ou vida com o Espírito Santo quando há pecados não confessados, encobertos, justificados.... A intimidade vem com a santidade , pois a bíblia diz em Hebreus 12:14:
"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor"
Sem santidade não tem como vermos a Deus, e se não vemos a Deus é porque estamos cegos e o pecado vem para cegar o homem...
Devemos saber que quando pecamos, a chave para nos ligar novamente ao Pai é o arrependimento, a busca.... que resultará na CURA d'alma!
Busque o arrependimento e a intimidade com Deus, pois não há coisa melhor do que viver com Ele!
Rafael B.
Ministério P&F
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